LISBOA - AUTOMÓVEIS PROIBIDOS DE CIRCULAR E MELHORIA NA QUALIDADE DO AR

A Câmara de Lisboa tem planeadas medidas de promoção da mobilidade ativa e da transformação do espaço público, como a criação de mais ciclovias e área pedonal, de maneira a alargar passeios e permitir o distanciamento social recomendado. 

Outro projeto importante anunciado trata da criação da nova Zona de Emissões Reduzidas (ZER) para o eixo Avenidas/Baixa-Chiado, previsto, inicialmente, para este verão, na qual o trânsito automóvel passará a ser exclusivo para residentes, portadores de dístico e veículos autorizados entre as 6h30 e as 00h00. 

A nova ZER na baixa de Lisboa vai-se estender ao longo de uma área com 4,6 hectares, indo do Rossio à praça do Comércio e da Rua do Alecrim à Rua da Madalena. 

Fernando Medina (Presidente da Câmara) informa que “Lisboa é feita de escolhas. A nossa é menos carros, prioridade às pessoas e ao transporte público, e melhor qualidade do ar. Chegou momento de Lisboa parar, inspirar e avançar”.

O programa prevê que os veículos particulares vão poder circular caso tenham um dos três dísticos e cumpram a norma Euro 3 (sejam posteriores ao ano 2000).

  • Primeiro dístico - destina-se a residentes e cuidadores de residentes. Permite circulação e estacionamento. 
  • Segundo dístico - permite circular, mas não autoriza o estacionamento na rua e destina-se aos veículos turísticos, táxis, comerciais ligeiros, serviços de carsharing e a veículos que transportam crianças para a escola. 
  • Terceiro dístico - destina-se para quem tem veículo elétrico. Outros veículos vão apenas poder circular entre as 00h00 e as 6h30. 

Entretanto, as restrições ao trânsito automóvel na ZER da Baixa de Lisboa vão ser adiadas. 

Fernando Medina informou no início de junho que vai propor à Câmara uma recalendarização relativa ao desenvolvimento do projeto, sem adiantar datas. 

E faço isto com a consciência de que é a solução mais razoável e mais ponderada para todos os comerciantes, todos os residentes que vivem, que habitam, que procuram a baixa da cidade de Lisboa”, acrescentou. 

Reforçou, “nós não queremos ser é mais um fator de dificuldade, de perturbação sobre a vida que neste momento está muito alterada”.

Fernando Medina salientou, porém, que o “projeto é da maior importância” e garante que “será levado até o fim”.

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